terça-feira, 8 de março de 2011

Uma questão de gênero

Este texto poderia ter um caráter romântico ao falar da mulher, poderia exaltá-la, compará-la as belezas da natureza, enaltecer seus mistérios como se fossem segredos do universo, mas não. Esta não é uma característica deste blog, não temos dom pra poesia. Fiquemos com a fria realidade.

Homens são de Marte, mulheres são de Vênus?
Para com isso. Que pretensão uma classificação dessas... este livro não é melhor do que outros títulos, tais como: Como enriquecer, Como ser feliz, Como fazer do seu filho o presidente.
No entanto, acho que compraria um livro com o título: Mulheres bebem tequila, homens bebem whisky... aliás, eu poderia escrevê-lo, ao menos tentar.

E o papel da mulher na sociedade?
Não vamos chover no molhado... ainda mais em São Paulo.
Sinceramente, não vejo perspectivas promissoras para a mulher dentro da nossa estrutura social. Mudanças mais radicais são imprescindíveis.

Simplista, eu?
Se todas as teorias estiverem erradas (o que não duvido), só uma coisa terá feito sentido na terra: o prazer. Mulheres, no que diz respeito ao sexo: não se acomodem num pedestal, pois é fútil e chato. Nos demais quesitos, podem e devem bater panela... eu vou junto.

2 comentários:

  1. Muito se deve a comodidade que a sociedade oferece às mulheres. Pelo menos (chutando baixo pra não desagradar)60% das mulheres SÃO acomodadas pela lógica de gênero, e de nada eu posso discutir pois as vantagens de ser mulher é gigantesca. Como diriam em Matrix: O programa se adapta à anomalia.
    Só há uma maneira, reprisando minha discussão no blog: A quebra da etiqueta homem/mulher.
    Porém todas as feministas querem o contrário, etiqueta, comodidade e além disso direitos. A história desde os tempos clássicos nos disse que deve-se cortar o dedo para salvar a mão.
    Sem machismo, libertinagem já!

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  2. Meu caro Lug, faltou colocar o link:
    http://lugsemfio.blogspot.com/2010/10/sexo-fragil.html
    .
    Ary Neto

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